A realidade do ensino à distância na atual conjuntura.
Por: Leonardo Tostes Palma – Pós-graduando em Gestão em EaD
A educação à distância advém de alguns séculos atrás. Porém, apenas nos últimos anos houve uma evolução acentuada de seus métodos de ensino. Essa evolução ocorreu acompanhando a evolução da informatização, tornando-a mais acessível à grande parcela da população mundial.
Em alguns países mais populosos e mais a educação à distância alçou vôos mais altos e tornou-se referência neste tipo de ensino para os demais países que buscam capacitar a sua população. Este tipo de ensino não visa apenas cursos profissionalizantes, mas também a busca pela qualificação secular do conhecimento puro.
Ao observar a evolução da educação á distância, verificou-se que desde a época da educação religiosa, advinda principalmente, do cristianismo, muito se buscou ensinar e educar. Hoje, com as modernas ferramentas da informação, o ensino à distância ocorre de modo a permitir maior interação entre as partes, seja ela por meio de quem ensina (professores e orientadores) conhecidos também como tutores, ou por intermédio daquele que aprende, ou seja, o aluno.
Dentre os diversos artigos já publicados, observa-se claramente, que este modelo de ensino tem tomado cada vez mais espaço nas organizações que buscam qualificar a mão-de-obra interna. Isso ocorre principalmente pela facilidade de acesso a informação, como também pela economia de custos feita através da utilização de tecnologias gratuitas ou de valor acessível.
Empresas têm buscado criar as suas “universidades corporativas”, isto é, dar competências ao seu corpo de colaboradores por meio de ensino à distância voltado para a realidade específica da organização.
Uma discussão que tem se tornado bastante comum é a qualidade do profissional formado no método do ensino á distância, no passado, esses profissionais foram rejeitados pelo mercado de trabalho, devido a deficiência, principalmente, prática do profissional, entretanto, com o avanço das ferramentas interativas de aprendizagem, a qualificação profissional se tornou mais aperfeiçoada, na realidade ultrapassou, em alguns casos a qualidade percebida desses profissionais.
Mas assim como no passado, diversas críticas ainda são tecidas pelo modelo de ensino à distância, especialmente por aqueles que de alguma forma buscam reservar o mercado para aqueles profissionais nas quais representam e que não tiveram ainda oportunidade de avançar no mercado de trabalho.
Observa-se claramente, que os egressos do ensino à distância desenvolveram no decorrer da sua capacitação, qualidades intrínsecas ao modo de aprendizado, dentre elas citam-se a interatividade, proatividade, a capacidade de adaptar-se rapidamente às mudanças dentre outros.
Outro ponto bastante relevante tem sido os métodos adotados para que a interação aproxime a teoria da pratica. Com as ferramentas desenvolvidas para este fim, comenta-se até mesmo na educação à distância em três dimensões.
Enfim, acredita-se que esse modelo não tem um fim previsto, mas sim, está sendo aperfeiçoado ao longo dos tempos para que se torne cada vez mais acessível o aprendizado, para que haja uma mudança de paradigmas e se torne uma das principais revoluções já vividas no mundo atual. Isso faz dessa geração pertencente à era do conhecimento a era da informação.
